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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Germinal

"Germinal"

Título Original: Germinal
Gênero: Drama | Romance | Histórico
Ano de Lançamento: 2003
Duração: 160 min
País de Produção: França | Itália | Bélgica
Diretor: Claude Berri
Baseado no Romance de  Émile Zola



"Germinal” refere-se ao processo de gestação e maturação de movimentos grevistas e de uma atitude mais ofensiva por parte dos trabalhadores das minas de carvão do século XIX na França em relação à exploração de seus patrões; nesse período alguns países passavam a integrar o seleto conjunto de nações industrializadas ao lado da pioneira Inglaterra, entre os quais a França, palco das ações descritas no romance e representadas no filme.
Vilipendiado, roubado, esgotado, trabalhando em condições totalmente impróprias, inseguro, sujeito a acidentes que podem ceifar-lhe a vida ou decepar-lhe um braço ou uma perna, assim nos é mostrado o proletariado francês nas telas. Inserido na escuridão das minas de carvão, sujo,
cumprindo jornadas de 14, 15 ou 16 horas, recebendo salários baixíssimos e tendo que ver sua família se encaminhar para o mesmo tipo de trabalho e péssimas condições.

Eles não usam Black-tie

"Eles não usam Black-tie"

Título Original: Eles não usam Black-tie
Gênero: Drama
Ano de Lançamento: 1981
Duração: 122 min
País de Produção: Brasil
Diretor: Leon Hirszman
Música: Adoniran Barbosa, Chico Buarque de Hollanda e Gianfrancesco Guarnieri

Refere-se ao inicio da decada de 1980, na região do ABC,  momento em que o movimento operário estava em grande ascenso. "Black Tie" narra a história de uma família operária em que o pai (Gianfrancesco Guarnieri) e filho (Carlos Alberto Riccelli) trabalham como metalúrgicos de uma mesma empresa. O conflito principal do filme ocorre durante uma greve realizada na empresa gerando a divisão na família. O pai participa ativamente da greve e o filho não aceita o movimento e fura a greve. O embate entre a posição contra a greve, representada pelo filho fura-greves e pró-greve, representado pela figura do pai que recebe o apoio da esposa, interpretada por Fernanda Montenegro e até da namorada do filho, interpretada por Bete Mendes, é um dos pontos altos do filme que faz um retrato bastante fiel e sensível do movimento operário daquele período.